Trabalhos realizados por: Ana Margarida,Beatriz pinto,Ana Conçeição
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
História de S.Martinho
Diz a lenda que Martinho, nascido na Hungria em 316, era um soldado. Era filho de um soldado romano. O seu nome foi-lhe dado em homenagem a Marte, o Deus da Guerra e protector dos soldados. Aos 15 anos vai para Pavia (Itália). Em França abraçou a vida sacerdotal, sendo famoso como pregador. Foi bispo de Tous.
Certo dia de Novembro, muito frio e chuvoso, estando em França ao serviço do Imperador, ia Martinho no seu cavalo a caminho da cidade de Amiens quando, de repente, começou uma terrível tempestade. A certa altura surgiu à beira da estrada um pobre homem a pedir esmola.
Como nada tivesse, Martinho, sem hesitar, pegou na espada e cortou a sua capa de soldado ao meio, dando uma das metades ao pobre para que este se protegesse do frio. Nessa altura a chuva parou e o Sol começou a brilhar, ficando, inexplicavelmente, um tempo quase de Verão.
Daí que esperemos, todos os anos, o Verão de S. Martinho. E a verdade é que S. Martinho raramente nos decepciona. Em sua homenagem, comemoramos o dia 11 Novembro com as primeiras castanhas do ano, acompanhadas de vinho novo. É o Magusto, que faz parte das tradições do nosso país.
Mais tarde terá tido uma visão de Jesus e decidiu dedicar-se à religião cristã. Faleceu a 8 de Novembro de 397 em Tours.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Musica (apresentação em aula)
Ciranda,
cirandinha
Ciranda, cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar.
O anel que tu me destes,
Era vidro
e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
era pouco e se acabou.
Ciranda, cirandinha,Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar.
O anel que tu me destes,
Era vidro
e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
era pouco e se acabou.
Vamos todos cirandar,
Vamos ver Dona Maria
Que esta pronta pra casar
Por isso Dona Maria
Entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá se embora
lengalenga (apresentada em aula)
leitura em aula
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Lengalenga
Rei, rainha
Rei, rainha
Carlota, Joaquina
Fidalgo, ladrão
Menina bonita
Do meu coração
Rei, capitão
Soldado, ladrão
Menina bonita
Do meu coração
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Trabalhos de expressão plástica
Estes são trabalhos sobre a colagem realizados na disciplina de expressão plástica.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Expressão plástica
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Um direito para recordar
Passaram-se 4 anos, e a Sofia foi
adotada por um casal que tinha o desejo de ter uma filha, apesar de não ter uma
vida estável. A pequena Sofia, não sabia que tinha irmã, ainda por cima gémea e
não sabia a história da sua família.
A mãe adotiva de Sofia, a mariana era
muito forte, pois tinha o seu marido era alcoólico e tinha uma filha para
criar, praticamente sozinha.
Mafalda, tinha uma família alegre,
que a protegia, tinha uma vida estável, tinha também o amor que os pais
biológicos não lhe poderão dar e todas as condições que uma criança tem
direito. Já Sofia não sentia o mesmo, pois ouvia e via o pai a bater na mãe e
sempre a discutirem.
Aos 6 anos as gémeas, entraram na
escola, a Sofia não tinha brinquedos, jogos, mas Mafalda tinha algumas bonecas,
alguns divertimentos.
A primeira semana estava tudo a
correr bem, mas a Mariana, a mãe de Sofia teve de ser obrigada a abandonar a
sua filha, e a frágil sofia ficava aos cuidados do seu pai, que era alcoólico.
Os tempos foram passando e a Sofia
com 8 anos foi obrigada a ir trabalhar com o seu pai, para as obras.
O seu desempenho começou a ficar
muito fraco, pois era raro ir a escola e quando ia notava-se o cansaço no seu
rosto.
Mafalda era uma grande aluna, o seu
desempenho escolar era excelente, e tinha um apoio na escola.
Sofia, começou a não ter dinheiro
para pagar os livros e o material escolar, porque o seu pai gastava o seu
dinheiro em álcool, e então Sofia com apenas 8 anos teve de ser obrigada a
desistir da escola, que tanto adorava.
Mafalda, entrou no ballet. Sofia não
tinha esse tipo de atividades, teve uma infância difícil, porque a mão
abandonou-a e o seu pai era alcoólico e nem sequer sabia a sua história de
vida, mas foi sempre uma guerreira.
Passaram-se 12 anos, Mafalda concluía
o secundário e preparava-se para entrar na universidade e ser enfermeira.
Sofia continuava na mesma, o seu pai
ainda era autoridade da casa, ele é que mandava e se ela não cumprisse, lá
tinha que ir carregar cimento, numa dessas vezes a Sofia aleijou-se e teve de
ir fazer um penso ao hospital e a enfermeira era a Mafalda, a irmã, Sofia não sabia
que tinha uma irmã, mas Mafalda já andava a procura da sua gémea. Mafalda
fez-lhe o penso e reconheceu-a, era parecida com ela mas morena.
Sofia voltou lá várias vezes e foi
sempre Mafalda que lhe fazia o penso, até que começou a suspeitar que a sua irmã,
era aquela à sua frente, então seguiu –a até casa e ai parou ao carro e
bateu-lhe a porta e perguntou-lhe como se chamava, a idade e o dia que nasceu,
e constataram que tinham muitas datas em comum Sofia não acreditava parecia um
sonho tornado realidade, as duas gémeas reencontrarem-se assim ao fim de tantos
anos.
A Sofia voltou a estudar e a Mafalda voltou a sua vida
de enfermeira.
Trabalho
realizado por: Beatriz Pinto; Ana
Branco; Ana Conceição.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
venda de bolos
na passada quarta-feira dia 6 de junho de 2012, realizou-se na escola secundária de Bocage, uma atividade de venda de bolos para angariar dinheiro para a construção de uma escola em moçambique.
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Exposição de trabalhos de trabalhos de expressão plástica
quarta-feira, 9 de maio de 2012
ti anica
Ti'Anica, Ti'Anica,
Ti'Anica de Loulé,
a quem deixaria ela
a barra do cachiné?
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
Ti'Anica, Ti'Anica,
Ti'Anica da Fuseta,
a quem deixaria ela
a barra da saia preta.
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
Ti'Anica, Ti'Anica,
Ti'Anica d' Alportel,
a quem deixaria ela
a barra do seu mantel.
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
Ti'Anica de Loulé,
a quem deixaria ela
a barra do cachiné?
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
Ti'Anica, Ti'Anica,
Ti'Anica da Fuseta,
a quem deixaria ela
a barra da saia preta.
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
Ti'Anica, Ti'Anica,
Ti'Anica d' Alportel,
a quem deixaria ela
a barra do seu mantel.
Olé! Olá!
Esta moda não está má.
Olá! Olé!
Ti'Anica de Loulé.
la vai uma, lá vão duas
| Lá vai uma, lá vão duas, três pombinhas a voar, uma é minha, outra é tua, outra é de quem a apanhar. Sete e sete, são catorze, com mais sete são vinte e um, tenho sete namorados, e não gosto de nenhum. Lá vai uma, lá vão duas, três pombinhas a voar, uma é minha, outra é tua, outra é de quem a apanhar. |
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sempre crianças
paisagens pra brincar,
não vais querer crescer:
Veja quem vai nos levar
por esse pedaço de céu.
É o meu cavalo Carrossel...
Com o teu jeito de criança,
vais teimar com o vento,
e rir das marcas dos teus pés pelos caminhos.
E um dia já distante,
em uma janela da cidade,
lembrarás desses campos,
com saudades...
quinta-feira, 15 de março de 2012
historia do capuchinho vermelho
«História do capuchinho vermelho»
Era uma vez uma menina que vivia numa aldeia no bosque. Toda a gente da aldeia a conhecia pela sua simpática e beleza. Certo dia a sua avó fez-lhe
um capucho vermelho, todos os seus amigos passaram a chamar-lhe capuchinho vermelho.
Um dia, a sua mãe, preparou-lhe um cesto com bolos e mel para levar à sua avó, que estava doente. No caminho encontrou um lobo mau, este fez-se de simpático e perguntou à menina:
- Onde é que vais? – Perguntou ele.
- Vou visitar a minha avozinha que está muito doente. – Respondeu ela.
O lobo com ar de maroteiro disse à menina:
- Também seria bom que eu fosse visitar a avó da menina! – Exclamou o lobo
- Excelente ideia. – Afirmou a menina.
O que ela não sabia é que o lobo iria-lhe sugerir o caminho mais longe. E assim foi, o lobo chegou primeiro e comeu a avozinha.
Quando o capuchinho vermelho chegou a casa da avozinha era um lobo que estava deitado na cama da avó. O capuchinho apenas se apercebeu que avó, neste caso, o lobo tinha umas mãos grandes, uns olhos grandes e por fim uma boca grande. Foi quando o lobo lhe disse:
- A boca é para te comer!
De repente salta da cama e come a menina adormecendo de seguida.
Um caçador que por ali passava apercebeu-se que o ressonar não era da senhora que ali vivia. Entrou e viu o lobo a dormir e lembrou-se que esta podia ter comido a avó. Foi quando lhe cortou a barriga de onde lhe saiu o capuchinho e a avó. Antes de lhe fechar a barriga, agarrou num monte de pedras e pôs lá dentro.
Os três ficaram muito contentes e fizeram uma merenda para comemorar
Era uma vez uma menina que vivia numa aldeia no bosque. Toda a gente da aldeia a conhecia pela sua simpática e beleza. Certo dia a sua avó fez-lhe
um capucho vermelho, todos os seus amigos passaram a chamar-lhe capuchinho vermelho.
Um dia, a sua mãe, preparou-lhe um cesto com bolos e mel para levar à sua avó, que estava doente. No caminho encontrou um lobo mau, este fez-se de simpático e perguntou à menina:
- Onde é que vais? – Perguntou ele.
- Vou visitar a minha avozinha que está muito doente. – Respondeu ela.
O lobo com ar de maroteiro disse à menina:
- Também seria bom que eu fosse visitar a avó da menina! – Exclamou o lobo
- Excelente ideia. – Afirmou a menina.
O que ela não sabia é que o lobo iria-lhe sugerir o caminho mais longe. E assim foi, o lobo chegou primeiro e comeu a avozinha.
Quando o capuchinho vermelho chegou a casa da avozinha era um lobo que estava deitado na cama da avó. O capuchinho apenas se apercebeu que avó, neste caso, o lobo tinha umas mãos grandes, uns olhos grandes e por fim uma boca grande. Foi quando o lobo lhe disse:
- A boca é para te comer!
De repente salta da cama e come a menina adormecendo de seguida.
Um caçador que por ali passava apercebeu-se que o ressonar não era da senhora que ali vivia. Entrou e viu o lobo a dormir e lembrou-se que esta podia ter comido a avó. Foi quando lhe cortou a barriga de onde lhe saiu o capuchinho e a avó. Antes de lhe fechar a barriga, agarrou num monte de pedras e pôs lá dentro.
Os três ficaram muito contentes e fizeram uma merenda para comemorar
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
todas as crianças podem ser Einstein
Todas as crianças podem ser Einstein
07-02-2012
JN

Todas as crianças têm potencial necessário para se tornarem génios. A teoria é defendida por Fernando Alberca, autor do livro "Todos as crianças podem ser Einstein", que acredita ser apenas preciso motivação adequada para que se concretize esse potencial. "Todos temos uma mente brilhante", assegura.
Fernando Alberca, especialista em educação, avisa que o título do livro não resulta de uma estratégia de marketing e que acredita ser mesmo possível, com a motivação certa, uma criança transformar-se num génio.
O autor está convencido que se se motivar adequadamente uma criança que tira más notas ela pode passar "de um fracasso enorme a alguém que sobressai".
Alberca explica um pouco melhor a vida de Albert Einstein para provar a tese que pôs em livro. O cientista aprendeu a ler e a falar correctamente apenas aos nove anos, a mãe pensava que era atrasado e a professora classificou-o como "mortalmente burro".
Einstein viveu com este rótulo até aos 15 anos, porque não "encontrou as pessoas adequadas para estimular a sua inteligência e a sua motivação". Descobriu-as junto de um estudante de medicina, que começou a emprestar-lhe revistas de divulgação científica, e junto de um professor de matemática que deixou que assistisse às suas aulas.
"Houve uma série de pessoas que o começaram a motivar, sobretudo a família adoptiva que o acolheu quando teve de se mudar para estudar e que o começou a tratar como uma pessoa inteligente e cuja a opinião era interessante", contou Alberca numa entrevista à TVE.
A genialidade do cientista reside no facto de ter sido capaz de usar o hemisfério direito, o mais criativo e intuitivo, para resolver problemas próprios do hemisfério esquerdo, o mais ordenado, mais racional, o mais matemático.
"Quando num jogo de futebol Messi se adianta aos outros jogadores, parece-nos muito brilhante, parece-nos genial e é... porque está um passo à frente por ter usado o hemisfério direito", ilustra, para explicar por que é tão importante que as crianças desenvolvam os dois hemisférios cerebrais de forma a desenvolver todo o potencial.
O ensino tradicional está desenhado para "desenvolver mais o hemisférios esquerdo". "Todas as disciplinas dividem-se em trimestres, em lições... No ordenado", nota Alberca, para defender o desenvolvimento do hemisfério direito, "mais generalizador e que permite desenvolver a intuição".
A chave para que uma criança desenvolva todo o seu potencial está em ver quais as partes do cérebro em que se apoia menos, para potencia-las. "Os seres humanos são como pianos com todas as suas teclas. Até por doença pode faltar alguma tecla, mas pode sempre tirar-se pela melodia. E isso sim, depende do intérprete que saia uma melodia ou outra", explica.
Se numa criança, predomina mais o hemisférios esquerdo, o mais racional, "não podemos explicar-lhe alguma coisa que use só esse hemisfério, mas é preciso incentivar também o lado direito. Se tem de resolver um problema de matemática em que um rapaz tem quatro canecas podemos pedir-lhe para imaginar como é esse rapaz, qual a cor de cabelo ou como está vestido, por exemplo".
"Ficamos inteligentes a aprender. Sermos capazes de resolver os problemas que nos angustiam é o que faz com que essa inteligência vá crescendo", garante Alberca. "Por isso, é que os pais têm a possibilidade de motivar verdadeiramente os filhos", defende o escritor, explicando que ao desenvolver cada parte do cérebro é possível estimular nas crianças "a memória, a concentração, a atenção, a intuição, a imaginação, a criatividade".
É fundamental não confundir motivação com alento. "Não é dizer-lhes tu podes. Esse é o tipo de motivação utilizada pelos norte-americanos e que fracassou porque cria uma oportunidade nova para ficar mal e a criança tem medo do fracasso, pouco auto-estima".
É preciso mostrar-lhe que "já foram capazes de fazer coisas grandes". Em concreto, é fundamental que os pais não façam as coisas pelos filhos. "Há que deixar que eles vistam o casaco ainda que demorem mais, em vez de sermos nós a vesti-lo. Fazer com que resolva os seus pequenos problemas. Ao não protege-los excessivamente estamos a torna-los capazes de resolver os seus problemas".
"Se quisermos que o nosso filho seja autónomo, capaz, que se sinta seguro perante um exame, temos, quanto antes, de ensinar-lhes a ser independentes", explica Alberca.
Quanto aos trabalhos de casa, o investigador defende que se existe alguém que acompanha a criança quando faz os deveres, deve começar a separar-se gradualmente. "Pode até estar sentada ao lado, mas não é preciso que indique com o dedo os exercícios que tem de fazer", concretiza.
As actividades fora da escola podem ser uma oportunidade para estimular partes do cérebro, mas é preciso "que seja sempre a criança a dominar a situação, não o contrário", adverte Fernando Alberca. "Tudo o que for preencher o dia com aprendizagens está bem, mas até certo limite", explica, até porque o sítio onde as crianças aprendem mais é em casa, com os pais ou os avós.
Para educar uma criança, faz falta tempo e ama-lo muito, tanto quanto trabalhar para que seja independente o quanto antes. O maior problema das crianças, hoje, é a sobreprotecção dos pais, não a falta de tempo, nota Fernando Alberca.
Fernando Alberca, especialista em educação, avisa que o título do livro não resulta de uma estratégia de marketing e que acredita ser mesmo possível, com a motivação certa, uma criança transformar-se num génio.
O autor está convencido que se se motivar adequadamente uma criança que tira más notas ela pode passar "de um fracasso enorme a alguém que sobressai".
Alberca explica um pouco melhor a vida de Albert Einstein para provar a tese que pôs em livro. O cientista aprendeu a ler e a falar correctamente apenas aos nove anos, a mãe pensava que era atrasado e a professora classificou-o como "mortalmente burro".
Einstein viveu com este rótulo até aos 15 anos, porque não "encontrou as pessoas adequadas para estimular a sua inteligência e a sua motivação". Descobriu-as junto de um estudante de medicina, que começou a emprestar-lhe revistas de divulgação científica, e junto de um professor de matemática que deixou que assistisse às suas aulas.
"Houve uma série de pessoas que o começaram a motivar, sobretudo a família adoptiva que o acolheu quando teve de se mudar para estudar e que o começou a tratar como uma pessoa inteligente e cuja a opinião era interessante", contou Alberca numa entrevista à TVE.
A genialidade do cientista reside no facto de ter sido capaz de usar o hemisfério direito, o mais criativo e intuitivo, para resolver problemas próprios do hemisfério esquerdo, o mais ordenado, mais racional, o mais matemático.
"Quando num jogo de futebol Messi se adianta aos outros jogadores, parece-nos muito brilhante, parece-nos genial e é... porque está um passo à frente por ter usado o hemisfério direito", ilustra, para explicar por que é tão importante que as crianças desenvolvam os dois hemisférios cerebrais de forma a desenvolver todo o potencial.
O ensino tradicional está desenhado para "desenvolver mais o hemisférios esquerdo". "Todas as disciplinas dividem-se em trimestres, em lições... No ordenado", nota Alberca, para defender o desenvolvimento do hemisfério direito, "mais generalizador e que permite desenvolver a intuição".
A chave para que uma criança desenvolva todo o seu potencial está em ver quais as partes do cérebro em que se apoia menos, para potencia-las. "Os seres humanos são como pianos com todas as suas teclas. Até por doença pode faltar alguma tecla, mas pode sempre tirar-se pela melodia. E isso sim, depende do intérprete que saia uma melodia ou outra", explica.
Se numa criança, predomina mais o hemisférios esquerdo, o mais racional, "não podemos explicar-lhe alguma coisa que use só esse hemisfério, mas é preciso incentivar também o lado direito. Se tem de resolver um problema de matemática em que um rapaz tem quatro canecas podemos pedir-lhe para imaginar como é esse rapaz, qual a cor de cabelo ou como está vestido, por exemplo".
"Ficamos inteligentes a aprender. Sermos capazes de resolver os problemas que nos angustiam é o que faz com que essa inteligência vá crescendo", garante Alberca. "Por isso, é que os pais têm a possibilidade de motivar verdadeiramente os filhos", defende o escritor, explicando que ao desenvolver cada parte do cérebro é possível estimular nas crianças "a memória, a concentração, a atenção, a intuição, a imaginação, a criatividade".
É fundamental não confundir motivação com alento. "Não é dizer-lhes tu podes. Esse é o tipo de motivação utilizada pelos norte-americanos e que fracassou porque cria uma oportunidade nova para ficar mal e a criança tem medo do fracasso, pouco auto-estima".
É preciso mostrar-lhe que "já foram capazes de fazer coisas grandes". Em concreto, é fundamental que os pais não façam as coisas pelos filhos. "Há que deixar que eles vistam o casaco ainda que demorem mais, em vez de sermos nós a vesti-lo. Fazer com que resolva os seus pequenos problemas. Ao não protege-los excessivamente estamos a torna-los capazes de resolver os seus problemas".
"Se quisermos que o nosso filho seja autónomo, capaz, que se sinta seguro perante um exame, temos, quanto antes, de ensinar-lhes a ser independentes", explica Alberca.
Quanto aos trabalhos de casa, o investigador defende que se existe alguém que acompanha a criança quando faz os deveres, deve começar a separar-se gradualmente. "Pode até estar sentada ao lado, mas não é preciso que indique com o dedo os exercícios que tem de fazer", concretiza.
As actividades fora da escola podem ser uma oportunidade para estimular partes do cérebro, mas é preciso "que seja sempre a criança a dominar a situação, não o contrário", adverte Fernando Alberca. "Tudo o que for preencher o dia com aprendizagens está bem, mas até certo limite", explica, até porque o sítio onde as crianças aprendem mais é em casa, com os pais ou os avós.
Para educar uma criança, faz falta tempo e ama-lo muito, tanto quanto trabalhar para que seja independente o quanto antes. O maior problema das crianças, hoje, é a sobreprotecção dos pais, não a falta de tempo, nota Fernando Alberca.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
papagaio louro
Papagaio louro de bico dourado, lava-me esta carta ao meu namorado.
Ele não é frade nem homem casado,
É rapaz solteiro
Lindo como um cravo.
Para o outro lado,
para a outra margem,
papagaio loiro
de linda plumagem.
De linda plumagem.
Linda como o oiro,
leva-me esta carta,
papagaio loiro.
para a outra margem,
papagaio loiro
de linda plumagem.
De linda plumagem.
Linda como o oiro,
leva-me esta carta,
papagaio loiro.
a machadinha
Ai, ai, ai, minha machadinha
Ai, ai, ai, minha machadinha
quem te pôs a mão, sabendo que és minha
quem te pôs a mão, sabendo que és minha.
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
Salta machadinha, p'ro meio da rua,
Salta machadinha, p'ro meio da rua.
No meio da rua não hei-de ficar,
No meio da rua não hei-de ficar,
Eu hei-de ir à roda, escolher o meu par,
Eu hei-de ir à roda, escolher o meu par
Ai, ai, ai, minha machadinha
quem te pôs a mão, sabendo que és minha
quem te pôs a mão, sabendo que és minha.
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
Sabendo que és minha, também eu sou tua,
Salta machadinha, p'ro meio da rua,
Salta machadinha, p'ro meio da rua.
No meio da rua não hei-de ficar,
No meio da rua não hei-de ficar,
Eu hei-de ir à roda, escolher o meu par,
Eu hei-de ir à roda, escolher o meu par
indo eu a caminho de viseu
Indo eu, indo eu,
A caminho de Viseu, [Bis]
Encontrei o meu amor,
Ai Jesus, que lá vou eu! [Bis]•
[Refrão]•
Ora zus, truz, truz,
Ora zás, trás, trás,
Ora chega, chega, chega,
Ora arreda lá pr’a trás
Indo eu, indo eu,
Ai que tanto me doeu!•
[Refrão]•
Vindo eu, vindo eu,
Da cidade de Viseu,
Deixei lá o meu amor,
O que bem me aborreceu!
A caminho de Viseu, [Bis]
Encontrei o meu amor,
Ai Jesus, que lá vou eu! [Bis]•
[Refrão]•
Ora zus, truz, truz,
Ora zás, trás, trás,
Ora chega, chega, chega,
Ora arreda lá pr’a trás
Indo eu, indo eu,
A caminho de Viseu,
Escorreguei, torci um pé, Ai que tanto me doeu!•
[Refrão]•
Vindo eu, vindo eu,
Da cidade de Viseu,
Deixei lá o meu amor,
O que bem me aborreceu!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
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