segunda-feira, 21 de maio de 2012

Exposição de trabalhos de trabalhos de expressão plástica














Estas são as fotografias da exposição de trabalhos de expressão plástica,realizados pela turma 10ºh do curso profissional de técnicas de apoio à infância.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ti anica

Ti'Anica, Ti'Anica, 
Ti'Anica de Loulé, 
a quem deixaria ela 
a barra do cachiné? 

Olé! Olá! 
Esta moda não está má. 
Olá! Olé! 
Ti'Anica de Loulé. 

Ti'Anica, Ti'Anica, 
Ti'Anica da Fuseta, 
a quem deixaria ela 
a barra da saia preta. 

Olé! Olá! 
Esta moda não está má. 
Olá! Olé! 
Ti'Anica de Loulé. 

Ti'Anica, Ti'Anica, 
Ti'Anica d' Alportel, 
a quem deixaria ela 
a barra do seu mantel. 

Olé! Olá! 
Esta moda não está má. 
Olá! Olé! 
Ti'Anica de Loulé.

la vai uma, lá vão duas





 
Lá vai uma, lá vão duas,
três pombinhas a voar,
uma é minha, outra é tua,
outra é de quem a apanhar.

Sete e sete, são catorze,
com mais sete são vinte e um,
tenho sete namorados,
e não gosto de nenhum.

Lá vai uma, lá vão duas,
três pombinhas a voar,
uma é minha, outra é tua,
outra é de quem a apanhar.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

sempre crianças


Menino, vem, vou te levar pra ver
paisagens pra brincar,
não vais querer crescer:
Veja quem vai nos levar
por esse pedaço de céu.
É o meu cavalo Carrossel...

Com o teu jeito de criança,
vais teimar com o vento,
e rir das marcas dos teus pés pelos caminhos.
E um dia já distante,
em uma janela da cidade,
lembrarás desses campos,
com saudades...

quinta-feira, 15 de março de 2012

historia do capuchinho vermelho

«História do capuchinho vermelho»

Era uma vez uma menina que vivia numa aldeia no bosque. Toda a gente da aldeia a conhecia pela sua simpática e beleza. Certo dia a sua avó fez-lhe
um capucho vermelho, todos os seus amigos passaram a chamar-lhe capuchinho vermelho.
Um dia, a sua mãe, preparou-lhe um cesto com bolos e mel para levar à sua avó, que estava doente. No caminho encontrou um lobo mau, este fez-se de simpático e perguntou à menina:
- Onde é que vais? – Perguntou ele.
- Vou visitar a minha avozinha que está muito doente. – Respondeu ela.
O lobo com ar de maroteiro disse à menina:
- Também seria bom que eu fosse visitar a avó da menina! – Exclamou o lobo
- Excelente ideia. – Afirmou a menina.
O que ela não sabia é que o lobo iria-lhe sugerir o caminho mais longe. E assim foi, o lobo chegou primeiro e comeu a avozinha.
Quando o capuchinho vermelho chegou a casa da avozinha era um lobo que estava deitado na cama da avó. O capuchinho apenas se apercebeu que avó, neste caso, o lobo tinha umas mãos grandes, uns olhos grandes e por fim uma boca grande. Foi quando o lobo lhe disse:
- A boca é para te comer!
De repente salta da cama e come a menina adormecendo de seguida.
Um caçador que por ali passava apercebeu-se que o ressonar não era da senhora que ali vivia. Entrou e viu o lobo a dormir e lembrou-se que esta podia ter comido a avó. Foi quando lhe cortou a barriga de onde lhe saiu o capuchinho e a avó. Antes de lhe fechar a barriga, agarrou num monte de pedras e pôs lá dentro.
Os três ficaram muito contentes e fizeram uma merenda para comemorar